sexta-feira, 30 de setembro de 2016

ATIVIDADE 5 - Parte 2

SCREENCASTOMATIC

Mais que uma ferramenta de trabalho o Screencastomatic é uma opção para  revisão de conteúdo ou ainda uma retomada de assuntos abordados em sala de aula.

Percebo o quanto é de suma importância apresentarmos para o nosso jovem inovações atraentes para o seu processo de aprendizagem escolar, uma vez que ele está conectado 24 horas por dia em redes sociais e em produtos tecnológicos.

Nossas aulas da Pós-Graduação estão cada vez mais colaborando para que consigamos ministrar aulas significativas e eficazes concomitantemente com a tecnologia. Percebo um certo recuo de alguns colegas de trabalho com a tecnologia que permeia nossa rotina diária. Alguns têm medo do novo, outros não querem sair da zona de conforto e terminam por dar aulas monótonas e sem foco e objetividade ao estudante o qual precisa tornar-se o centro do processo de ensino-aprendizagem.

Os instrumentos utilizados neste semana foram bem envolventes e convidativos. Nosso educando precisa compreender que as tecnologias podem e devem serem usadas ao seu favor e que se ele continuar a acessar de maneira corriqueira seus celulares e demais eletrônicos seu aprendizado será um fracasso.

A conscientização e a orientação ainda são os melhores caminhos para formarmos estudantes que buscam interesse e sucesso,

As vídeos aulas são elemento que, com certeza, podem fomentar o interesse e aptidão dos estudantes atuais, http://screencast-o-matic.com/watch/cD6VhTjOE4

ATIVIDADE 5 - ANIMOTO

Dias de paz, dias a mais, dias inesquecíveis


Primavera

Primavera

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

ATIVIDADE 4

As ferramentas tecnológicas cada vez mais nos auxiliam no processo de ensino-aprendizagem em nossa rotina de trabalho. A cada degrau que subimos durante as aulas da Pós-Graduação em Tecnologias e Práticas Pedagógicas oferecida pelo IFSC de Lages, percebo o quão arcaico está o sistema de ensino no Brasil. 
Tem-se uma lei nacional que proíbe o uso do celular e outros aparelhos eletrônicos na sala de aula, sabe-se também que essa lei existe para proteger alunos e profissionais da educação perante publicações maldosas nas redes sociais e também pelo uso inadequado deste aparelho eletrônico. 
Atualmente é perceptível que não há como disputar espaço com as tecnologias tratando-se da escola, é muito mais atraente para os estudantes os jogos, o facebook, o twitter, o whatsapp e outros vias sociais para compartilhamento de informações de que assistir uma aula expositiva e dialogada. Perante esta situação,  por que não  inovar nossos métodos de ensino casando a teoria, a prática e a tecnologia? O estudante precisa compreender que o smartphone pode tornar-se um grande aliado em sua rotina de estudos, assim como as redes sociais e outros aplicativos. Um exemplo bem comum é baixar um dicionário em seu celular e assim usufruir de suas vantagens  em pesquisas durante as aulas das mais variadas disciplinas curriculares.
A conscientização simultaneamente com a orientação é o melhor caminho a percorrer.  É necessário pensarmos em metodologias que atraia a atenção do estudante. Maneiras de fazê-lo sentir-se seduzido pela aprendizagem e principalmente motivado para buscar conhecimento. 
Muitos instrumentos podem contribuir para que esse processo aconteça efetivamente. O próprio facebook pode tornar-se uma página para estudos, assim como o blog. Ao meu ver ambos são bem atraentes e de fácil manuseio e acesso. Se no primeiro existe a opção de encontrar e fazer amigos,  compartilhar eventos, fotos e outras informações, no segundo há a possibilidade de construir um diário sobre os mais variados temas, indo desde as preferências  pessoais até o nível  profissional. 
Em outra linha de pensamento tecnológico há ainda os esquemas didáticos que corroboram para o planejamento e construção de saberes. O popplet é um meio de se construir mapas conceituais e assim gravar o conteúdo ou assunto, por meio de imagens ou palavras-chave. Esse tipo de trabalho faz o estudante compreender e não decorar,  aquela antiga estratégia de  aprendizagem sem assimilação de conteúdo que fica na memória de curto prazo, ou seja, tem hora marcada para se deletar de nosso cérebro.
 É viável e imprescindível discussões com o próprio educando a respeito da introdução tecnológica e de seu aproveitamento durante as aulas. Diversificar, desafiar, sair da zona de conforto e estar disposto a mudanças já é meio caminho andado para um ensino de qualidade.

quinta-feira, 15 de setembro de 2016


Olá colegas de curso!
Alguns veem a Língua Portuguesa como algo chato para se aprender. Como falantes nativos deste idioma penso que devemos utilizá-lo da maneira mais correta possível. Para tornar mais atrativas minhas aulas costumo sempre trazer uma música referente ao assunto estudado, ou criamos uma paródia coletiva em sala ou baixo uma bem interessante da internet, geralmente uso um ritmo que eles gostam. Assim os estudantes sentem-se mais motivados para aprender e acabam gravando o conteúdo. Isso dá um resultado muito bom.


ATIVIDADE 3:


“ SOFTWARE”: UM INSTRUMENTO A FAVOR DA “APRENDIZAGEM”

                Os sábados já não os mesmos de algumas semanas atrás. A rotina e a monotonia cederam espaço para o desafio, o “novo” e a superação. A cada minuto passado em sala de aula fico atenta a todos os comandos e passos que a professora nos dá, não quero perder nenhuma explicação. 
                Na última aula assistida, 10 de setembro, apresentaram-me diversos “softwares” que podem serem utilizados e aplicados, de modo muito eficaz durante as aulas, em todas as disciplinas curriculares. Estes instrumentos variam desde o simples agendamentos de tarefas, o Doodle, até os jogos educativos, o Kahoo. Confesso que me surpreendi com o turbilhão de informações e opções de métodos para inovar o processo de ensino-aprendizagem. Todos as opções expostas têm contribuições significativas e apropriadas para o tipo de público que trabalhamos, eu, particularmente, adolescentes os quais estão cada vez mais conectados com o mundo. 
             Entre estes programas dois chamaram mais a minha atenção: o Socrative, que com ele posso revisar conteúdo e construir provas, até aplicá-las online. E também o Kahoo, um jogo, o qual permite fazer o meu estudante assimilar e compreender o conteúdo de maneira mais prazeros. 
             O Kahoo com certeza é a menina dos olhos dos professores que conheceram os“softwares”, uma vez que a grande maioria da nossa clientela tem paixão por jogos. Assim essa ferramenta veio ao encontro com os objetivos do professor, neste caso a aprendizagem, concomitantemente com o prazer da competição que nossos alunos possuem: o jogo.
             A meta de nós professores é fazer o nosso aluno apreender e aprender os conhecimentos necessários para a vida. A escola não está sendo atrativa o suficiente para nosso educando que prefere o contato com as redes sociais e a interação com a tecnologia que o conhecimento e a cultura que a escola oferece. A solução para tal problema é unir estes dois focos: tecnologia e conhecimento. Quem sabe assim conseguiremos mudar os números negativos com relação à educação. Talvez seja utopia, mas se atingirmos os alunos que atendemos nas escolas onde trabalhamos já é um começo e por sinal bem promissor.