SCREENCASTOMATIC
Mais que uma ferramenta de trabalho o Screencastomatic é uma opção para revisão de conteúdo ou ainda uma retomada de assuntos abordados em sala de aula.
Percebo o quanto é de suma importância apresentarmos para o nosso jovem inovações atraentes para o seu processo de aprendizagem escolar, uma vez que ele está conectado 24 horas por dia em redes sociais e em produtos tecnológicos.
Nossas aulas da Pós-Graduação estão cada vez mais colaborando para que consigamos ministrar aulas significativas e eficazes concomitantemente com a tecnologia. Percebo um certo recuo de alguns colegas de trabalho com a tecnologia que permeia nossa rotina diária. Alguns têm medo do novo, outros não querem sair da zona de conforto e terminam por dar aulas monótonas e sem foco e objetividade ao estudante o qual precisa tornar-se o centro do processo de ensino-aprendizagem.
Os instrumentos utilizados neste semana foram bem envolventes e convidativos. Nosso educando precisa compreender que as tecnologias podem e devem serem usadas ao seu favor e que se ele continuar a acessar de maneira corriqueira seus celulares e demais eletrônicos seu aprendizado será um fracasso.
A conscientização e a orientação ainda são os melhores caminhos para formarmos estudantes que buscam interesse e sucesso,
As vídeos aulas são elemento que, com certeza, podem fomentar o interesse e aptidão dos estudantes atuais,
http://screencast-o-matic.com/watch/cD6VhTjOE4
sexta-feira, 30 de setembro de 2016
sexta-feira, 23 de setembro de 2016
ATIVIDADE 4
As ferramentas tecnológicas cada vez mais nos auxiliam no
processo de ensino-aprendizagem em nossa rotina de trabalho. A cada degrau que
subimos durante as aulas da Pós-Graduação em Tecnologias e Práticas Pedagógicas
oferecida pelo IFSC de Lages, percebo o quão arcaico está o sistema de ensino
no Brasil.
Tem-se uma lei nacional que proíbe o uso do celular e outros
aparelhos eletrônicos na sala de aula, sabe-se também que essa lei existe para
proteger alunos e profissionais da educação perante publicações maldosas nas redes
sociais e também pelo uso inadequado deste aparelho eletrônico.
Atualmente é
perceptível que não há como disputar espaço com as tecnologias tratando-se da
escola, é muito mais atraente para os estudantes os jogos, o facebook, o twitter,
o whatsapp e outros vias sociais para compartilhamento de informações de que
assistir uma aula expositiva e
dialogada. Perante esta situação, por
que não inovar nossos métodos de ensino
casando a teoria, a prática e a tecnologia? O estudante precisa compreender que
o smartphone pode tornar-se um grande aliado em sua rotina de estudos, assim
como as redes sociais e outros aplicativos. Um exemplo bem comum é baixar um
dicionário em seu celular e assim usufruir de suas vantagens em pesquisas
durante as aulas das mais variadas disciplinas curriculares.
A conscientização simultaneamente
com a orientação é o melhor caminho a percorrer. É necessário pensarmos em metodologias que
atraia a atenção do estudante. Maneiras de fazê-lo sentir-se seduzido pela
aprendizagem e principalmente motivado para buscar conhecimento.
Muitos
instrumentos podem contribuir para que esse processo aconteça efetivamente. O
próprio facebook pode tornar-se uma página para estudos, assim como o blog. Ao
meu ver ambos são bem atraentes e de fácil manuseio e acesso. Se no primeiro existe
a opção de encontrar e fazer amigos, compartilhar eventos, fotos e outras informações,
no segundo há a possibilidade de construir um diário sobre os mais variados
temas, indo desde as preferências pessoais
até o nível profissional.
Em outra linha
de pensamento tecnológico há ainda os esquemas didáticos que corroboram para o
planejamento e construção de saberes. O popplet é um meio de se construir mapas
conceituais e assim gravar o conteúdo ou assunto, por meio de imagens ou
palavras-chave. Esse tipo de trabalho faz o estudante compreender e não
decorar, aquela antiga estratégia
de aprendizagem sem assimilação de
conteúdo que fica na memória de curto prazo, ou seja, tem hora marcada para se
deletar de nosso cérebro.
É viável e
imprescindível discussões com o próprio educando a respeito da introdução
tecnológica e de seu aproveitamento durante as aulas. Diversificar, desafiar,
sair da zona de conforto e estar disposto a mudanças já é meio caminho andado
para um ensino de qualidade.
quinta-feira, 15 de setembro de 2016
Olá colegas de curso!
Alguns veem a Língua Portuguesa como algo chato para se aprender. Como falantes nativos deste idioma penso que devemos utilizá-lo da maneira mais correta possível. Para tornar mais atrativas minhas aulas costumo sempre trazer uma música referente ao assunto estudado, ou criamos uma paródia coletiva em sala ou baixo uma bem interessante da internet, geralmente uso um ritmo que eles gostam. Assim os estudantes sentem-se mais motivados para aprender e acabam gravando o conteúdo. Isso dá um resultado muito bom.
ATIVIDADE 3:
“ SOFTWARE”: UM INSTRUMENTO A FAVOR DA “APRENDIZAGEM”
Os sábados já não os mesmos de algumas semanas atrás. A rotina e a monotonia cederam espaço para o desafio, o “novo” e a superação. A cada minuto passado em sala de aula fico atenta a todos os comandos e passos que a professora nos dá, não quero perder nenhuma explicação.
Na última aula assistida, 10 de setembro, apresentaram-me diversos “softwares” que podem serem utilizados e aplicados, de modo muito eficaz durante as aulas, em todas as disciplinas curriculares. Estes instrumentos variam desde o simples agendamentos de tarefas, o Doodle, até os jogos educativos, o Kahoo. Confesso que me surpreendi com o turbilhão de informações e opções de métodos para inovar o processo de ensino-aprendizagem. Todos as opções expostas têm contribuições significativas e apropriadas para o tipo de público que trabalhamos, eu, particularmente, adolescentes os quais estão cada vez mais conectados com o mundo.
Entre estes programas dois chamaram mais a minha atenção: o Socrative, que com ele posso revisar conteúdo e construir provas, até aplicá-las online. E também o Kahoo, um jogo, o qual permite fazer o meu estudante assimilar e compreender o conteúdo de maneira mais prazeros.
O Kahoo com certeza é a menina dos olhos dos professores que conheceram os“softwares”, uma vez que a grande maioria da nossa clientela tem paixão por jogos. Assim essa ferramenta veio ao encontro com os objetivos do professor, neste caso a aprendizagem, concomitantemente com o prazer da competição que nossos alunos possuem: o jogo.
A meta de nós professores é fazer o nosso aluno apreender e aprender os conhecimentos necessários para a vida. A escola não está sendo atrativa o suficiente para nosso educando que prefere o contato com as redes sociais e a interação com a tecnologia que o conhecimento e a cultura que a escola oferece. A solução para tal problema é unir estes dois focos: tecnologia e conhecimento. Quem sabe assim conseguiremos mudar os números negativos com relação à educação. Talvez seja utopia, mas se atingirmos os alunos que atendemos nas escolas onde trabalhamos já é um começo e por sinal bem promissor.
sexta-feira, 9 de setembro de 2016
Segunda atividade proposta
Segunda atividade proposta
- Resultado do teste VARK realizado em sala de aula (03 de setembro)
V = 3
A = 8
R = 5
K = 10
- Usar uma das ferramentas utilizadas durante a aula e criar uma atividade.
Optei pelo QR - Codes - frase do dia:
quinta-feira, 8 de setembro de 2016
MINHAS PRIMEIRAS IMPRESSÕES E EXPECTATIVAS DO CURSO
Quando nos referimos à palavra “aprender”, no meu ponto de
vista, queremos agregar novidades ou aperfeiçoar os conhecimentos prévios já existentes
em nossa bagagem cultural. Segundo uma frase de Esopo, escritor da Grécia Antiga: “Ninguém é tão grande
que não possa aprender, nem tão pequeno que não possa ensinar”, esta citação retrata
muito o cotidiano de um professor em seu ambiente de trabalho. Costumo dizer
que todos os dias incorporo, não digo que conhecimento, mas muita experiência no
processo de ensino-aprendizagem para com os estudantes aos quais trabalho, um vez que cada ser é único e essa singularidade é o que diversifica e enrique a maneira que
tentamos ensinar.
Então muitos me perguntarão: “Qual a ligação de tudo isso
escrito acima com as primeiras impressões e expectativas do curso?”. E
responderei que: “Tudo tem a ver com tudo”. Durante essas primeiras aulas me
senti como um peixe fora d’água, eu que pensei que dominava a máquina percebi
que fui dominada. Tenho certeza que tenho muito a aprender e, consequentemente, terei muito o que ensinar. A cada atividade proposta pela docente durante as
aulas fico já imaginando como introduzi-las na minha rotina de planejamento.
Quanto as minhas expectativas para o curso são as melhores. Quero poder utilizar tudo que estiver ao meu alcance para tornar minhas aulas
mais atrativas e produtivas e como resultado ver o estudante aprender efetivamente
o conteúdo proposto. Percebo que quando motivados a geração estudantil atual
pode render muito. Por que não instigar esses estudantes com o que eles mais gostam que são os produtos eletrônicos? Já que não podemos mais fugir da "Era Digital", por que não a usamos como ferramenta de ensino? Não podemos mais competir com a informática então o caminho, ao meu ver, é alinhar o aprendizado com as tecnologias que nos rodeiam. Como diz o velho ditado popular: "Se você não pode com seu inimigo, junte-se a ele". Sei que não consigo mudar a realidade da educação nacional,
mas posso tentar mudar o que está próximo de mim e se eu conseguir fazer acontecer
um pouquinho dessa mudança já me dou por satisfeita.
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