As ferramentas tecnológicas cada vez mais nos auxiliam no
processo de ensino-aprendizagem em nossa rotina de trabalho. A cada degrau que
subimos durante as aulas da Pós-Graduação em Tecnologias e Práticas Pedagógicas
oferecida pelo IFSC de Lages, percebo o quão arcaico está o sistema de ensino
no Brasil.
Tem-se uma lei nacional que proíbe o uso do celular e outros
aparelhos eletrônicos na sala de aula, sabe-se também que essa lei existe para
proteger alunos e profissionais da educação perante publicações maldosas nas redes
sociais e também pelo uso inadequado deste aparelho eletrônico.
Atualmente é
perceptível que não há como disputar espaço com as tecnologias tratando-se da
escola, é muito mais atraente para os estudantes os jogos, o facebook, o twitter,
o whatsapp e outros vias sociais para compartilhamento de informações de que
assistir uma aula expositiva e
dialogada. Perante esta situação, por
que não inovar nossos métodos de ensino
casando a teoria, a prática e a tecnologia? O estudante precisa compreender que
o smartphone pode tornar-se um grande aliado em sua rotina de estudos, assim
como as redes sociais e outros aplicativos. Um exemplo bem comum é baixar um
dicionário em seu celular e assim usufruir de suas vantagens em pesquisas
durante as aulas das mais variadas disciplinas curriculares.
A conscientização simultaneamente
com a orientação é o melhor caminho a percorrer. É necessário pensarmos em metodologias que
atraia a atenção do estudante. Maneiras de fazê-lo sentir-se seduzido pela
aprendizagem e principalmente motivado para buscar conhecimento.
Muitos
instrumentos podem contribuir para que esse processo aconteça efetivamente. O
próprio facebook pode tornar-se uma página para estudos, assim como o blog. Ao
meu ver ambos são bem atraentes e de fácil manuseio e acesso. Se no primeiro existe
a opção de encontrar e fazer amigos, compartilhar eventos, fotos e outras informações,
no segundo há a possibilidade de construir um diário sobre os mais variados
temas, indo desde as preferências pessoais
até o nível profissional.
Em outra linha
de pensamento tecnológico há ainda os esquemas didáticos que corroboram para o
planejamento e construção de saberes. O popplet é um meio de se construir mapas
conceituais e assim gravar o conteúdo ou assunto, por meio de imagens ou
palavras-chave. Esse tipo de trabalho faz o estudante compreender e não
decorar, aquela antiga estratégia
de aprendizagem sem assimilação de
conteúdo que fica na memória de curto prazo, ou seja, tem hora marcada para se
deletar de nosso cérebro.
É viável e
imprescindível discussões com o próprio educando a respeito da introdução
tecnológica e de seu aproveitamento durante as aulas. Diversificar, desafiar,
sair da zona de conforto e estar disposto a mudanças já é meio caminho andado
para um ensino de qualidade.
Fiquei muito feliz em ler sua postagem porque ela está de acordo com a mensagem que desejei passar quando pensei na disciplina.
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